sábado, 11 de junho de 2016

'Filha' dos Trapalhões assume mágoa de Renato Aragão: 'Passava na TV, mudava de canal'


Dedé Santana e Renato Aragão são amigos desde 1988, quando foi criada a formação de "Os Trapalhões" com Mussum e Zacarias



HUMORISTAS ESTÃO JUNTOS DESDE A ÉPOCA DE "OS TRAPALHÕES"

Dedé Santana e Renato Aragão são amigos desde 1988, quando foi criada a formação de "Os Trapalhões" com Mussum e Zacarias
Estrela do filme "A Filha dos Trapalhões", lançado em 1984, Fernanda Brasil não guarda boas lembranças de Renato Aragão. Processando o humorista, a ex-atriz mirim falou sobre a mágoa que tem do veterano, em entrevista ao "Domingo Show", da Record.
VOCÊ VIU?
A loira contou que ficou anos sem conseguir assistir aos programas do artista na Globo. "No início, eu não conseguia ver o Renato Aragão. Passava na TV e eu mudava de canal", disse a Geraldo Luís.
A jovem entrou com uma ação contra o famoso por nunca ter recebido valores referentes aos direitos de imagens do longa - que fez dois milhões de espectadores no cinema, foi bastante reprisado na televisão e lançado em VHS e DVD.
"Se eles estão ganhando dinheiro, por que eu não tenho parte disso? Minha mãe pode ter autorizado, quando eu era criança, a fazer o filme. Mas eu não autorizei hoje em dia. A minha imagem é minha”, justificou a moça, que tinha quatro anos quando foi selecionada para o projeto.
A entrevista de Fernanda será exibida na edição do próximo domingo (12) do “Domingo Show”.
Atriz ganhou batalha contra humorista
Em abril, Aragão perdeu em segunda instância a ação movida por Fernanda. Além do humorista, a Europa Filmes, Infoglobo e a TV Globo também estão envolvidos na polêmica.
Segundo o jornal "O Dia", na apelação, a artista ganhou uma indenização por danos morais no valor de R$ 20 mil com juros e correção desde o mês de agosto de 2014. O valor pelos danos materiais será calculado em breve por um perito judicial e o montante da indenização poderá passar de R$ 1 milhão.
Fonte msn noticias.

Aposta em plebiscito por novas eleições cresce e ganha aceno de Dilma


© MIGUEL SCHINCARIOL Dilma Rousseff visita um canteiro de obra em Campinas, na última quinta.
A última chance que Dilma Rousseff parece ter para salvar seu mandato está sendo desenhada neste momento nos corredores do Congresso Nacional. Um grupo de senadores e de deputados de partidos variados articula uma tentativa de acordo para que o impeachment seja barrado no julgamento final, previsto para acontecer em meados de agosto. Em troca, a presidenta afastada se compromete a, ao reassumir, convocar um plebiscito para que a população decida se quer novas eleições presidenciais. A proposta recebeu um aceno da própria presidenta, mas não é consenso no PT e não convenceu ainda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele fale publicamente do assunto.
Na quinta-feira, Dilma Rousseff defendeu, em entrevista dada ao jornalista Luis Nassif exibida na TV Brasil, que o plebiscito seria uma forma de se refazer o "pacto democrático" que, segundo ela, foi rompido com a abertura do processo de impeachment. "Eu não acredito que esse pacto será remontado dentro do gabinete. É preciso ter um processo em que a população terá que ser consultada (...) Pode ser um plebiscito. É uma coisa que está sendo discutida", afirmou ela, sem dar maiores detalhes de como isso seria realizado.
Apesar de ainda não existir uma proposta formal, uma das possibilidades levantadas é que o plebiscito ocorra junto às eleições municipais de outubro deste ano -para aprová-lo, é necessário que 1/3 da Câmara ou do Senado estejam de acordo. Se, uma vez consultada, a população for favorável a um novo pleito, há ainda um passo: a aprovação no Congresso de uma emenda constitucional sobre a nova votação, que só ocorreria em 2017 para que haja tempo hábil para a campanha política. Os parlamentares, entretanto, não trabalham com a proposta de eleições gerais, como alguns movimentos defendem. Apenas o cargo de presidente passaria por uma nova escolha.
Nesta semana, o senador Roberto Requião (PMDB) realizou um jantar com 30 senadores para discutir a estratégia. "Boa parte" dos presentes, garantiu ele ao EL PAÍS, votou pelo afastamento da presidenta há um mês, mas agora está inclinada a mudar de ideia e convergiu para a possibilidade de novas eleições diretas. O medo de que o cenário de torne desfavorável ao Governo interino no Congresso fez com que os articuladores de Temer tentassem acelerar o processo de impeachment na semana passada, mas a articulação causou polêmica e eles acabaram derrotados nesta semana.
Para se livrar do impeachment, Rousseff precisa do voto de 28 senadores. Há um mês, 22 foram contrários à admissibilidade do impeachment, 54 foram favoráveis e 4 não votaram, incluindo Delcídio do Amaral, que perdeu o mandato um dia antes, e Renan Calheiros, presidente do Senado, que já afirmou que não votará por querer "manter a isenção" que o cargo exige. Na prática, a articulação da presidenta afastada precisa convencer seis senadores. 
Requião faz parte do mesmo partido do presidente interino Michel Temer, mas foi contrário à abertura do impeachment de Rousseff há um mês. Ele tem sido uma das principais vozes públicas favoráveis à proposta do plebiscito e a explica da seguinte maneira: "Não é um 'fora, Temer', nem um 'fica, querida". "É a população escolhendo qual é o caminho do país", ressalta. O senador afirma, entretanto, que ainda é preciso deixar a proposta mais "homogênea" entre os apoiadores.

Divisão no PT e Lula nas pesquisas

A ideia tem o apoio de uma parte da base aliada que sustentava o Governo de Rousseff, como o PCdoB. Mas o PT ainda se divide sobre o assunto. Há um entendimento de que a estratégia pode ser positiva para Rousseff no final, já que ela poderia, ao voltar ao poder, trabalhar para que a proposta de novas eleições acabasse derrotada nas urnas. Caso conseguisse, ela permaneceria no cargo com a legitimidade popular e conseguiria refazer as alianças perdidas no Congresso e até aprovar propostas como uma reforma política que torne a presidência menos refém dos partidos.
Mas outra ala petista acredita que ao adotar o discurso de plebiscito o partido muda radicalmente sua posição de que o afastamento de Rousseff é um "golpe". Essa tese também é a defendida por alguns movimentos sociais que saíram às ruas para defender a presidenta afastada, como o Movimento dos Sem-Terra (MST), que acredita que o acordo é dar caldo para a "saída ilegítima" de Rousseff. Mas entre os movimentos a posição também não é pacificada. Parte do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), por exemplo, acredita que a realização de novas eleições pode ser o melhor caminho, pois vê no Governo Temer a pior saída para o projeto de país que eles defendem.
Na única pesquisa recente sobre o cenário de 2018, feita pelo instituto MDA a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Lula lidera quando a pesquisa é estimulada - quando são apresentados os nomes aos entrevistados - de primeiro turno para a eleição presidencial, mas aparece atrás em dois dos três cenários de segundo turno. A preocupação é a alta rejeição do petista, que em pesquisas recentes passou de 50%. Há, portanto, um cenário de risco para o PT, em caso de novas eleições neste momento e, com um possível fracasso do Governo Temer, a aceitação a Lula pode melhorar em dois anos. Por outro lado, a permanência de Temer também traz riscos para o partido. Se o presidente interino conseguir arrumar a economia, mantendo assim o apoio do mercado, e evitar grandes cortes aos programas sociais, especialmente ao Bolsa Família, o capital político petista pode ser prejudicado a longo prazo. O partido deixaria de ser associado a essas políticas por grande parte de seus eleitores fiéis. Por isso, a posição dentro do partido ainda não está pacificada.

Enfraquecido pela Lava Jato

A tese do plebiscito começou a ganhar força nesta especialmente após adivulgação dos áudios do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que mostraram que pode ter havido uma articulação para barrar a Operação Lava Jato por políticos próximos a Temer. Antes do afastamento de Rousseff, os defensores da presidenta acusavam o PMDB e a oposição de articular o impeachment para tentar barrar as investigações sobre a corrupção na Petrobras.
Parte dos senadores que na ocasião votaram favoravelmente pela abertura do impeachment teme que a imagem de "golpistas anti-Lava Jato" acabe prejudicando suas próprias imagens, caso aceitem a saída definitiva da presidenta. A forma como o presidente interino distribuiu cargos ministeriais para garantir uma superbase no Congresso também desagradou parlamentares - uma parte porque não foi contemplada e outra parte por acreditar que a negociação escancarou o fisiologismo do novo Governo, o que é mal visto pela população. Apesar de descontentes com esse um mês de Governo Temer, eles também não querem votar pela permanência de Rousseff, para não serem associados com a volta de uma presidenta pouco popular ao poder. O acordo, portanto, se coloca como a melhor saída para que eles não se comprometam com nenhum dos lados.

MAIS INFORMAÇÕES

Christina Grimmie morre após ser baleada em show


CANTORA FOI PARTICIPANTE DO "THE VOICE"

Christina Grimmie morreu na madrugada deste sábado (11), aos 22 anos de idade, após ser baleada em um show realizado no "The Plaza", em Orlando, nos Estados Unidos, na noite da última sexta-feira (10).
A cantora foi atingida por tiros enquanto distribuía autógrafos após sua apresentação. Embora tenha sido socorrida, a jovem não resistiu aos ferimentos.
"É com profundo pesar que confirmamos que Christina Grimmie morreu em decorrência dos ferimentos", afirmou a polícia de Orlando por meio do Twitter.
As autoridades informaram ainda que o suspeito que causou o tiroteio baleou mais duas pessoas e se matou em seguida: “O suspeito, que a polícia ainda não identificou, se matou em seguida. O suspeito está morto".
De acordo com a revista "People", o irmão de Christina Grimmie, Mark, chegou a derrubar o suspeito no chão antes de ele se suicidar. O jovem, aliás, está sendo saudado como um herói por combater o atirador. Isso porque o rapaz teria evitando um número maior de mortos e feridos por ter imobilizado o assassino.
Christina Grimmie foi ex- participante da 6ª edição da versão norte-americana do “The Voice”, em 2014. A bela integrou o time do cantor Adam Levine, vocalista do Maroon 5, e ficou em terceiro lugar na competição.
Famosos lamentam
Assim que a notícia da morte de Grimmie se espalhou, famosos usaram as redes sociais para mandar mensagens de pesar à cantora.
Demi Lovato lamentou: "R.I.P., Christina. Meus pensamentos e minhas orações estão com seus entes queridos", escreveu em seu perfil no microblog.
"Não existem palavras. Perdemos uma alma linda com uma voz incrível. Nossos corações estão com os amigos, fãs e família de Christina Grimmie", foi a mensagem do perfil oficial do programa "The Voice".
Fonte msn noticias 

Eduardo Cunha declara à Receita Federal que empobreceu



© Fornecido por Notícias ao Minuto
Apesar dos milionários recursos mantidos no exterior, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) declarou à Receita Federal que perdeu patrimônio nos últimos cinco anos. De acordo com informações de seu imposto de renda, Cunha informou queda de 28% do seu patrimônio. Segundo ele, em 2010 seu patrimônio era de R$ 1,704 milhão e em 2014 passou para R$ 1,537 milhão.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, a Lava Jato investiga que, durante esse período, o peemedebista recebeu em uma de suas contas no exterior repasses que totalizaram 1,3 milhão de francos suíços, equivalente a cerca de R$ 4,8 milhões, feitos pelo lobista João Henriques em 2011.
Para a Procuradoria Geral da República (PGR), os repasses são decorrentes de propina envolvendo a Petrobras. No fim de 2015, a Suíça bloqueou cerca de R$ 9 milhões nas contas de Cunha naquele país.
A Receita Federal investiga as informações declaradas por Cunha, sob suspeita de inconsistências. Outros dados da Receita Federal, desta vez sobre a mulher de Cunha, Cláudia Cruz, também apontam envolvendo seus gastos com cartões de crédito. 
Cunha não quis comentar o assunto e a defesa de sua mulher, Cláudia Cruz, informou que ela não tem relação com atos de corrupção.
Fonte msn noticias .

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Só 8 grupos concentram 27,8% das matrículas do ensino superior

                  

© Fornecido por Estadão Embora não seja um conglomerado, a Universidade Paulista (Unip) controla instituições
A pesquisa considerou empresas de capital aberto (Anhanguera, Anima, Estácio, Kroton e Ser), dois grupos internacionais (DeVry e Laureate) e a Universidade Paulista (Unip), que, embora não seja um conglomerado, também controla instituições de ensino. Os dados foram extraídos do Censo do Ensino Superior – o de 2014 é o mais recente – e de formulários de referência apresentados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelas companhias.
Esses grupos educacionais tinham 219 instituições de ensino, em 2014, em um universo de 2.069 faculdades particulares. Enquanto os conglomerados cresceram, as demais instituições registraram queda de 5,8% no número de matrículas – 3,68 milhões, em 2014, ante 3,92 milhões em 2010. A rede pública, com 298 unidades, teve alta de 19,3% no corpo discente, passando de 1,64 milhão para 1,96 milhão, no mesmo período.
A participação cada vez maior desses conglomerados chama a atenção dos pesquisadores da FGV, que apontam para a necessidade de atenção à forma como as vagas são oferecidas. “O que se verifica é que o crescimento da oferta de ensino tem sido bastante marcado dentro de novos modelos de negócio. Isso é um ‘ponto cego’ nas regulações, que não alcançam esses grupos. Importante que o Ministério da Educação saiba discutir as oportunidades e os riscos”, afirma Adriana Ancona de Faria, uma das coordenadoras do Observatório.
Em 2010, esses grupos recebiam apenas 0,28% do total destinado ao Fies – R$ 2,4 milhões. Quatro anos depois, a participação subiu para 27,36% – R$ 3,7 bilhões. No período, foram R$ 28,5 bilhões reservados ao programa, dos quais R$ 6,6 bilhões financiaram universitários dos oito conglomerados.
Para a professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Sandra Zákia, a expansão dos programas de financiamento público foram “determinantes” para o aumento das matrículas. “No limite, acabaram direcionando e impulsionando o atendimento em uma instituição privada, em vez da rede pública. Resta saber quais condições de ensino estão presentes nessas instituições”, afirma Sandra.
Impacto. A qualidade do ensino e a diversidade da formação do universitário brasileiro também preocupam os pesquisadores da FGV. “Com esses grupos, tem-se um centro de decisão (sobre os cursos) que vai causar impacto em um número de alunos muito grande. Diante disso, é preciso observar se está sendo respeitada a diversidade, se está sendo feita uma padronização do ensino. Queremos entender qual é o impacto desses grupos empresariais na qualidade da educação ofertada. Haverá coisas boas e ruins, queremos entender o fenômeno”, diz José Garcez Ghirardi, também responsável pelo estudo.
Para o presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), Celso Napolitano, que também representa docentes do ensino superior, o crescimento desses grupos não acompanhou o aperfeiçoamento da categoria. “O que está acontecendo é uma precarização cada vez maior do trabalho do professor. O investimento no corpo docente em relação à receita líquida é cada vez menor. A ideia desses grupos é otimizar a lucratividade diminuindo custos”, diz.
Uma das hipóteses dos pesquisadores da FGV para o aumento no número de matrículas é a aquisição de empresas menores, que têm menos condições de competir, e a fusão com outros grupos – Kroton e Ser atualmente negociam fusão com a Estácio. O Kroton, que em 2014 se fundiu com a Anhanguera, por exemplo, tinha 85.988 alunos matriculados em 2010 e, passados quatro anos, chegou a 1 milhão.
“Boa parte desses universitários já estava em outros grupos, mas, quando um compra o outro, vai se afunilando cada vez mais. Há um espaço de crescimento que não é o de expansão do ensino superior, mas o de concentração da gestão pedagógica do ensino”, diz Adriana.
Qualidade. O MEC, em nota, afirmou que “zela pelas condutas normativas” do ensino público e privado, “tendo como foco único a educação de qualidade e a acessibilidade”.
A Anima disse que o professor “é a variável mais importante” de seu projeto acadêmico. O Kroton afirmou que suas “instituições têm plano de carreira docente, homologado pelo Ministério do Trabalho, em que o professor tem o reconhecimento por tempo de serviço e merecimento”. Os docentes, segundo o grupo, passam por qualificação, treinamento e programas de formação.
A Unip não quis se manifestar. A Estácio não respondeu à reportagem. OEstado não conseguiu localizar representantes do Laureate e do DeVry.
Conglomerados detêm 59,1% dos cursos a distância
Os grandes grupos educacionais já atingem a maior parte das graduações a distância oferecidas no País, conforme o levantamento feito pela FGV. A participação saltou de 15%, em 2010, para 59,1% em 2014, um crescimento de 293,3%. A estratégia é adotada principalmente pelos grupos Kroton (crescimento de 701.127,8%), Estácio (347,6%) e Laureate (576,7%).
“O crescimento mostra que existe demanda por ensino a distância. Se a educação a distância passa a ser estratégia do País, vai ser necessário o desenvolvimento de políticas para qualificação desta educação. É importante saber que tipo de ensino está crescendo. Que tipo de formação, qual mercado está atendendo? Estas pessoas se empregam depois?”, questionou Adriana.
Já Garcez aponta para a necessidade de garantir a qualidade dos cursos. “Não pode apenas ser uma aula presencial por computador. É uma lógica diferente de interação, ensino, relação dos atores envolvidos. Vamos ter de enfrentar isto. Você junta com o novo modelo de negócios e a regulação pensada em modelo presencial e o problema se torna bastante grande”, aponta.

Após pedido de desculpa, Biel é denunciado por outra jornalista

                          
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Parece que a polêmica envolvendo o funkeiro MC Biel acaba de ganhar novos capítulos. Depois de ser acusado por uma repórter do iG, cuja identidade está sendo protegida por determinação policial, o cantor também foi denunciado por uma jornalista do Portal da Música.
Segundo o 'Portal da Imprensa', o relato do assédio foi feito por um colega de trabalho em sua página no Facebook, "Sobre todo esse caso do Biel: no mesmo dia e local em que houve a polêmica entrevista pro iG, ele também recebeu o site para um bate papo. A minha parceira, que ficou responsável pela entrevista, voltou sem graça, pois antes de dar início à conversa, ele soltou um: 'não quer fazer no meu colo?'. E minutos depois, no meio de uma pergunta sobre o disco novo: 'você gosta de churros? Eu tenho um aqui'", escreveu.
Ele explicou que decidiu não publicar a matéria e que, na época, não comentou sobre o sobre o assunto pelo respeito com a assessoria da Warner Music (a entrevista foi realizada no escritório da empresa). "Em meio a todo esse burburinho, fica impossível não se posicionar", finalizou.
Nesta terça-feira (7), o cantor gravou um vídeo em que aparece pedindo desculpas a repórter do iG e disse estar “arrependido de ter feito a brincadeira e que se desculpará com as mulheres do Brasil”.
A decisão de produzir o material aconteceu após o encontro com presidente da Warner Music que constatou os graves problemas trazidos para a imagem do músico. A informação da gravação do vídeo foi confirmada pela sua assessoria e deve ser divulgado nesta quarta-feira (8).

Moro abre ação contra mulher de Eduardo Cunha por lavagem de dinheiro

                      

© Foto: Divulgação Moro abre ação contra mulher de Cunha por lavagem de dinheiro.
A jornalista Claudia Cruz, mulher do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se tornou ré na Operação Lava Jato. A denúncia contra Cláudia Cruz foi aceita pelo juiz federal Sérgio Moro. Cláudia Cruz se torna ré por lavagem de dinheiro de mais de US$ 1 milhão provenientes de crimes praticados por Eduardo Cunha.
A denúncia foi proposta nesta semana pela força-tarefa da Lava Jato. Além da esposa do deputado afastado, outras três pessoas são acusadas.
Investigações apontaram que Cláudia tinha plena consciência dos crimes que praticava e é a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em montante superior a US$ 1 milhão num prazo de sete anos (2008 a 2014), valor totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido. Quase a totalidade do dinheiro depositado na Köpek (99,7%) teve origem nas contas Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton (US$ 165 mil) e Orion SP (US$ 60 mil), todas pertencentes a Eduardo Cunha.
Segundo a Procuradoria, as contas de Eduardo Cunha no exterior eram utilizadas para, em segredo a fim de garantir sua impunidade, receber e movimentar propinas, produtos de crimes contra a administração pública praticados pelo deputado hoje afastado da presidência da Câmara. Por meio da mesma conta Köpek, a acusada também se favoreceu de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão que seu marido recebeu para "viabilizar" a aquisição, pela Petrobras, de 50% do bloco 4 de um campo de exploração de petróleo na costa do Benin, na África, em 2011.
Os recursos que aportaram na conta de Cláudia Cruz foram utilizados, por exemplo, para pagar compras de luxo feitas com cartões de crédito no exterior. Parte dos gastos dos cartões de crédito, que totalizaram US$ 854.387,31, foram utilizados, dentre outras coisas, para aquisição de artigos de grife, como bolsas, sapatos e roupas femininas. Outra parte dos recursos foi destinada para despesas pessoais diversas da família de Cunha, entre elas o pagamento de empresas educacionais responsáveis pelos estudos dos filhos do deputado afastado, como a Malvern College (Inglaterra) e a IMG Academies LLP (Estados Unidos).
Cláudia ainda manteve depósitos não declarados às repartições federais na offshore Köpek em montante superior a US$ 100 mil entre os anos de 2009 e 2014, o que constitui crime contra o sistema financeiro nacional.
Também são acusados nesta denúncia Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da Área Internacional da estatal petrolífera, pelo crime de corrupção passiva; João Augusto Rezende Henriques, operador que representava os interesses do PMDB no esquema, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas; e Idalecio Oliveira, empresário português proprietário da CBH (Companie Beninoise des Hydrocarbures Sarl), pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Procuradores comprovaram a partir de documentos enviados pelo Ministério Público da Suíça ao Brasil, informações obtidas por meio das quebras de sigilo bancário e fiscal e depoimentos de colaborações premiadas, o pagamento de propina num total de US$ 10 milhões (cerca de R$ 36 milhões) para que a aquisição do campo de petróleo na África fosse concretizada. O negócio foi fechado em US$ 34,5 milhões, o que significa que quase um terço do valor total foi destinado a pagamento de vantagem indevida.
Entre os beneficiários da propina está o deputado afastado Eduardo Cunha, que tinha participação direta na indicação e manutenção de cargos na Diretoria Internacional da estatal, e que atuou de modo consistente para que o negócio fosse fechado. Para que o pagamento fosse efetuado sem deixar lastros, foi estruturado um esquema para que a propina passasse por diversas contas em nome de "laranjas" (empresas offshores sediadas em paraísos fiscais) antes de chegar nos destinatários finais e de ser convertido em bens.
De acordo com a Procuradoria, o caminho do dinheiro começa no pagamento da Petrobras à petroleira CBH, que controlava o campo de petróleo na África. Em 3 de maio de 2011 a estatal brasileira transferiu US$ 34,5 milhões (R$ 138.345.000,00) para a empresa e, na mesma data, houve a transferência de US$ 31 milhões da CBH para Lusitania Petroleum, uma holding de propriedade de Idalecio de Oliveira que, abrange, entre outras empresas, a própria CBH.
No dia 5 do mesmo mês a Lusitania depositou, em favor da offshore Acona, de propriedade de João Augusto Rezende Henriques, operador do PMDB no esquema da Petrobras, US$ 10 milhões, que já haviam sido combinados como pagamento de vantagem indevida. Da offshore Acona, 1.311.700,00 de francos suíços foi depositado na conta Orion SP, de propriedade de Cunha, por meio de cinco transferências bancárias entre os dias 30 de maio e 23 de junho de 2011.
Para dar continuidade ao estratagema criminoso e dificultar a identificação dos recursos ilícitos por parte das autoridades, em 11 de abril de 2014 a offshore Orion SP repassa para a conta Netherton, cujo beneficiário final também era Eduardo Cunha, 970.261,34 mil francos suíços e 22.608,37 (euros). Na sequência, em agosto de 2014, houve a transferência de US$ 165 mil da conta Netherton para a offshore Köpek, em nome de Cláudia Cruz.
A conta Köpek, que desde 2008 já era abastecida por recursos de vantagens indevidas provenientes de outras contas secretas titularizadas por Eduardo Cunha, realizou pagamentos das faturas de cartão de crédito da American Express entre 2008 e 2012 e da Corner Card, entre 2012 e 2015. Todos os pagamentos são objeto da denúncia.
Segundo as investigações, o restante do valor da propina paga pela CBH para fechar o negócio com a Petrobras (algo em torno de US$ 8,5 milhões) e que foi depositado na conta Acona, de João Augusto Rezende Henriques, foi distribuído para diversas outras offshores cujos beneficiários ainda não foram identificados, havendo suspeitas de que outros agentes públicos receberam propinas nessa operação.
Os procuradores da Força Tarefa ressaltam que "as provas que embasaram as acusações indicam a existência de um quadro de corrupção sistêmica encravado em praticamente todos os contratos da Diretoria Internacional da estatal, sendo que o pagamento de propina era a verdadeira ``regra do jogo´´. A corrupção foi a um nível em que as provas indicam que um terço do valor do negócio foi reservado para pagar propinas. Isso mostra a necessidade de uma resposta institucional com reformas, dentre as quais a reforma política e as 10 medidas contra a corrupção".
Para a Força Tarefa, "as provas mostram que os denunciados desviaram dinheiro dos cofres da Petrobras, os quais têm sido objeto de aportes feitos a partir dos cofres da União. Em última análise, há evidências de que Eduardo Cunha e Cláudia Cruz se beneficiaram de recursos públicos que foram convertidos em bolsas de luxo, sapatos de grife e outros bens de uso privado.
"Os procuradores ainda acreditam que as instituições devem dar resposta, cada uma em sua esfera de ação, para os graves fatos noticiados, pois o poder e a confiança depositados pelo povo e pelo Congresso sobre Eduardo Cunha foram por ele desviados de sua finalidade pública para enriquecimento privado. Em virtude da cisão do caso e da necessidade de analisar as provas dos crimes antecedentes praticados por Eduardo Cunha, a fim de que fosse possível formular juízo de acusação sobre Cláudia Cruz, foi possível afirmar na denúncia que há fortes provas de corrupção e lavagem por meio de contas no exterior cujos verdadeiros proprietários eram, segundo evidências muito consistentes, Eduardo Cunha e Cláudia Cruz.
Na denúncia, a força-tarefa Lava Jato ainda pede nova prisão preventiva de João Augusto Rezende Henriques e a fixação do montante mínimo para reparação dos danos causados em US$ 10 milhões (R$ 36 milhões). As investigações prosseguirão em relação a Daniele Ditz, filha de Eduardo Cunha, e a outros investigados, Jorge Reggiardo e Luis Pittaluga, que atuaram como operadores para abertura da conta Netherton.
VEJA TAMBÉM: O QUE É FORO PRIVILEGIADO
 
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sábado, 4 de junho de 2016

Marcelo Odebrecht: propina financiou reeleição de Dilma

         O ex-presidente José Sarney sabe das coisas. Com a autoridade de seus 60 anos de vida pública e um talento nato para resistir a tormentas, Sarney disse numa conversa gravada que a delação premiada de executivos da Odebrecht provocaria um estrago digno de "uma metralhadora de ponto 100". A velha raposa externava o temor reinante na classe política com a possibilidade da revelação dos detalhes da contabilidade clandestina da maior empreiteira do país. Fazia coro com as autoridades empenhadas em melar a investigação do petrolão. A operação abafa, como se sabe, fracassou. A delação de diretores e funcionários da Odebrecht já está sendo feita. Não só ela como a colaboração do ex-­chefe da OAS, que fez a reforma do sítio que servia de refúgio para o ex-presidente Lula. Em vez de uma, são duas as metralhadoras engatilhadas, ambas com munição de sobra para permitir que a Lava-­Jato feche a lista de políticos beneficiados com propina e identifique a cadeia de comando do maior esquema de corrupção já investigado no país. O poder de fogo é ainda mais devastador, letal e definitivo do que imaginava o experiente Sarney.

A delação mais aguardada é a de Marcelo Odebrecht, o príncipe das empreiteiras, provedor-mor das campanhas eleitorais, doador universal do sistema político brasileiro. Preso em junho do ano passado, Marcelo, de início, declarou-se inocente e rechaçou a possibilidade de ajudar as autoridades a esquadrinhar as entranhas do petrolão. "Primeiro, para alguém dedurar, precisa ter o que dedurar. Isso eu acho que não ocorre aqui", disse o empresário, já sob a custódia da Polícia Federal, numa audiência da CPI da Petrobras. Os parlamentares presentes, sabedores de onde o calo aperta, quase pediam desculpas ao fazer perguntas a ele. "Eu talvez brigasse mais com quem dedurou do que com aquele que fez o fato", acrescentou Marcelo, criticando os delatores. Uma sucessão de fatos mudou suas convicções. Fracassaram todos os recursos jurídicos e as armações políticas de bastidores para livrá-lo da prisão. A força-tarefa da Lava-Jato descobriu que a Odebrecht tinha um setor específico para pagamento de propina que abastecia os partidos governistas e de oposição. Em março, o juiz Sergio Moro, responsável pela Lava-Jato, condenou Marcelo a dezenove anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Para se livrar da cadeia, o condenado finalmente aceitou exercer o papel de delator que tanto desqualificara.
O alvo principal de suas revelações será a presidente afastada Dilma Rousseff. Segundo o empresário, a reeleição de Dilma foi financiada com propina depositada em contas no exterior. A Lava-Jato já rastreou o repasse de 3 milhões de dólares da empreiteira para uma conta na Suíça do marqueteiro João Santana, mago das últimas três campanhas presidenciais do PT. Além disso, mapeou o pagamento de 22,5 milhões de reais ao marqueteiro, em dinheiro vivo, entre outubro de 2014, quando Dilma conquistou o segundo mandato, e maio de 2015. Marcelo confirmará aos investigadores que, ao remunerar Santana, bancou despesas não declaradas da campanha da petista.
Com reportagem de Hugo Marques e Ullisses Campbell

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MARCELO ODEBRECHT: O HOMEM QUE DESPREZAVA DEDO-DURO ENTREGOU-SE À DELAÇÃO

Fonte  Veja.com

Abatedouro do tráfico já havia sido palco de outro crime envolvendo sexo


Fonte Agencia  O globo 

RIO - O estupro da jovem, de 16 anos, por traficantes do morro do Barão, que ocorreu em dois momentos diferentes entre os dias 21 e 22 de maio, e que chocou a opinião pública a partir da divulgação de imagens da vítima na rede, não foi o primeiro crime envolvendo sexo cometido na casa conhecida como abatedouro. Cerca de um ano antes, o traficante Bruno Neves Nascimento, conhecido como Rato, deu um tiro na cabeça de uma jovem, de 14 anos, depois que ela se recusou a fazer sexo com ele. O crime ocorreu na manhã de quinta-feira, em 11 de junho de 2015.
Segundo depoimento de testemunhas, neste dia quatro jovens teriam ido de táxi para o morro para participar de um programa pelo qual receberiam cada uma receberia R$ 100 e drogas. Rato teve relações com uma das jovens e quando tentou agarrar a outra, esta se recusou por considerá-lo muito fedorento. Irritado, o traficante virou o rosto da adolescente e disparou contra ela. Baleada, a menina caiu no sofá e o rapaz fugiu.
A jovem foi socorrida por amigas e levada para o Hospital Lourenço Jorge. O caso passou a ser investigado pela 28 DP (Campinho) , enquanto a polícia militar realizou operações na comunidade do Barão e de São José Operário para prender o traficante. Na noite do dia seguinte, uma quinta-feira, o corpo de Rato foi encontrado em um dos acessos do Morro São José Operário, e o crime passou a ser investigado pela Divisão de Homicídios.
Policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) que investigam o estupro coletivo da jovem, de 16 anos, levantaram que o abatedouro fica próximo ao QG do tráfico de drogas e é utilizado por traficantes para programas sexuais. Foi para lá que a adolescente foi carregada ainda no sábado dia 21. De acordo com as investigações, a jovem teria adormecido sozinha em outra casa da favela, onde antes, havia tido relações sexuais com Raí de Souza, de 22 anos, que deixou o local por volta de 10h, acompanhado do jogador Lucas Perdomo Duarte Santos e de outra adolescente. Descoberta desacordada na casa pela quadrilha , ela teria sido carregada pelo traficante Moisés Camilo de Lucena, para o abatedouro que fica na parte alta do morro. Ali, cerca de nove traficantes teriam estuprado a jovem, que ficou até a noite de domingo no local, quando foi novamente descoberta por Raí. Ele, Raphael Assis Duarte Melo, de 41 anos, e um traficante identificado apenas como Jefinho subiram o morro por volta de 19h30m do domingo, quando avistaram a adolescente nua, desacordada e com sinais de violência no corpo. Foi neste momento, que eles filmaram com o celular de Raí, as imagens da jovem que circularam na internet divulgando para o mundo o estupro coletivo.
A partir daí, o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, passando depois para a Dcav, a partir da descoberta de que a vítima era menor de idade. Até agora, já foram identificados pelo menos sete agressores, dois deles, Raí e Raphael já estão presos no complexo de Gericinó. O jogador Lucas Perdomo, que chegou a ser preso no primeiro momento, teve a prisão relaxada nesta sexta-feira, mas sua participação no episódio ainda é investigada no inquérito.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Conselho de Ética se reúne para votar parecer sobre processo de Cunha

O Conselho de Ética da Câmara está reunido na tarde desta quarta-feira (1º) para a leitura do parecer – relatório e voto – sobre o processo de cassação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O documento tem um total de 84 páginas. 

Ontem (31), o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), encaminhou uma consulta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a respeito do rito dos processos de cassação de deputados federais. Embora não esteja especificado que se trata de uma consulta sobre a tramitação do processo contra o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, a iniciativa ocorre na reta final de apreciação da representação contra Cunha no Conselho de Ética.
A consulta é vista por opositores de Cunha como mais uma manobra para atrapalhar o andamento do processo no conselho. Em outras ocasiões, Maranhão deu pareceres favoráveis a Cunha, atendendo a requerimentos de aliados do presidente afastado.
Entrega do parecer
O parecer do relator Marcos Rogério (DEM-RO) sobre Cunha foi entregue nessa terça-feira a Araújo. O relatório foi finalizado após quase seis meses, desde que as investigações contra o ex-presidente da Câmara foram iniciadas.
Cunha é acusado de ter mentido à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, quando negou a existência de contas no exterior em seu nome. De acordo com parlamentares que o acusam, isso caracteriza quebra de decoro parlamentar.
Com a entrega do documento ao presidente do conselho, começou a contar o prazo de 24 horas para a convocação de uma reunião para sua leitura do documento, o que deve ocorrer hoje. A previsão é que o relatório seja votado no dia 9 de junho.
Representações
Na reunião de ontem, de última hora, Araújo recebeu três representações da Corregedoria da Câmara, apresentadas por políticos locais do interior da Bahia. Ele terá cinco dias úteis para se defender. O parecer só foi entregue após essas representações. "Fui notificado de que tenho cinco dias para responder para a Corregedoria, que encaminhará à Mesa [Diretora], para votar. Se avaliar procedente, [a Mesa] encaminha ao presidente do Conselho de Ética, que terá de se afastar. É isso o que querem aqueles que articularam essas representações", disse Araújo.Fonte noticias.com