Além da redução de salário, outras ações de corte de gastos também serão levadas em conta. Parte delas já foi tomada quando foram suspensas as contratações de serviços ‘dispensáveis’, a concessão de gratificações e a redução nas contas de água, luz e telefone.
O principal motivo para as medidas é a redução dos repasses do Governo Federal referente ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). De acordo com o Secretário de Administração Nato Mudo, a falta de arrecadação de importantes tributos municipais como o IPTU tem feito a grande diferença neste momento difícil.